Fundamentos da Logística de Produção

A dinâmica de consumo estabelece-se paralela à dinâmica de produção. Nesse funcionamento, objetos, informações, energia, pessoas e capital perfazem jornadas pré-estabelecidas até tornarem-se bens e serviços finais dispostos nos mercados.

De fato, esse fluxo de materiais constata-se uma função administrativa emergente denominada logística. Waters (2003, p.5), translata laxe, define que “Logística é a função responsável pelo fluxo de materiais de produtores para uma organização, nas operações dentro da organização e, depois, da organização para os consumidores.”.

Nesse caminho, os materiais percorrem etapas de transformação por diferentes produtores até alcançarem os consumidores finais, na forma de produto-final. Assim, Bowersox, Closs e Cooper (2002, p. 4), também definem logística, translata laxe, como: “a combinação das atividades de aquisição, organização, armazenamento, transporte, manuseio e consolidação de materiais através de uma cadeia de produção.”.

A Logística, portanto, constata-se uma ciência, que toma por objeto os processos, os ciclos, as cadeias, as camadas e as atividades de produção relativas à movimentação de materiais com o objetivo de promover a satisfação do consumidor-final, numa cadeia produtiva.

Este artigo abordará os Fundamentos por detrás da Logística de Produção.

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Identificação do Serviço Portuário

Define-se porto marítimo como interface crucial entre terra e mar (TRUJILLO e NOMBELA, 1999, p. 4; STOPFORD, 2003, p. 29) localizada numa determinada área geográfica onde diferentes modais de transporte, incluindo o aquaviário, estabelecem carregamentos e descarregamentos de cargas, através de instalações, dotações e lotações para atracação, fundeio, transferência (modal ou intermodal), apoio, reparo, armazenamento, controle, coordenação, comunicação e distribuição de materiais e de processos (TRUJILLO e NOMBELA, p. 6; ALDERTON, 2008, p. 19-26; LUN, LAI, CHENG, 2010, p. 179).

Ao mesmo tempo, Logística refere-se ao planejamento e controle de fluxos materiais e informacionais, no propósito de garantir a disponibilidade de produtos nas medida, qualidade, custo, local e prazoótimos em relação a etapas e ao todo de um macroprocesso produtivo (GHIANI, LAPORTE, e MUSMANNO, 2004, p. 1).

Tal macroprocesso, doravante denominado cadeia de produção, denota-se como, translata laxe, “a série de atividades e organizações que materiais perpassam em jornadas dentre produtor e consumidor final.” (WATERS, 2003, p. 7).

Já a Logística Integrada constrói-se como “combinação das tarefas de distribuição, produção e aquisição (procurement)” (BOWERSOX, CLOSS, COOPER, 2002, p. 1) executadas numa operação logística por uma unidade logística.

Nesse contexto, enseja-se a identificação de porto como elemento-etapa dessa cadeia de produção, quando exata “interface entre áreas de produção e de consumo” (UGBOMA et al, 2009 apud LUN, LAI e CHENG, p. 219; LUN, LAI e CHENG, p. 181).

Ainda, constata-se porto como unidade de operação logística integrada, quando, t.l., “coleção de atividades”, “provedor de múltiplos serviços”, “principal elo de transporte dentre parceiros comerciais”, “ponto de atração de estradas e ferrovias” e local onde “indústrias estão situadas” (ALDERTON, p. 19-21; TRUJILLO e NOMBELA, p. 4).

Dessa forma, o porto desenvolve-se em estrutura e serviço definidos.

O artigo Identificação da Estrutura Portuária (FREIRE, 2019), publicado neste blog, por este mesmo autor, já discorreu sobre a estrutura portuária. Assim, dentro do mesmo propósito de melhor compreender a gestão portuária, este artigo desenvolverá a identificação do serviço portuário.

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