As Florestas Obscuras do Whatsapp

Imagine a dark forest at night. It’s deathly quiet. Nothing moves. Nothing stirs. This could lead one to assume that the forest is devoid of life. But of course, it’s not. The dark forest is full of life. It’s quiet because night is when the predators come out. To survive, the animals stay silent.

(STRICKLER, 2019, grifo nosso)

Referência

STRICKLER, Yancey. The Dark Forest Theory of the Internet: This is also what the internet is becoming: a dark forest. 2019. Acesso em: 30 mai 2019.

A Lacração como Fuga da Realidade

Uma postura que silencia, orgulhosa, por um breve momento pode ser uma máscara justificada, atrás da qual se busca respirar e recobrar a consciência. Mas ela se transformará em autoengano e em astúcia diante do outro se for permitido esconder-se, renitente, em si mesmo, se ela impedir o esclarecimento para escapar da compungência da realidade.

(JASPER, 2018 & PIRES, 2019, grifo nosso)

Referências

PIRES, Paulo Roberto. A crítica da razão lacradora: Do pós-guerra ao Twitter, anedotas e diagnósticos sobre a tragédia do debate intelectual contemporâneo. 2019. Acesso em: 23 mai 2019

JASPERS, Karl. A questão da culpa: A Alemanha e o Nazismo. S/l: Todavia, 2018. 120 p.

A Violência como Falta de Poder

As decisões coletivamente vinculadas têm maior aceitação devido ao poder do sistema político. O poder baseia-se numa ameaça de sanção que Alter procura evitar, aceitando a comunicação. A aplicação da sanção indica a falta de poder, pois ele não foi suficientemente forte para evitar a desobediência. Galindo (2003, p. 7) observa que ao ser exercida a força física (sanção) o poder perde toda a sua eficácia simbólica.
(KUNZLER, 2004, p. 134)

Referências

KUNZLER, Carolina de Moraes. A Teoria dos Sistemas de Niklas Luhamann. Estudos de Sociologia, Araraquara, p.123-136, 2004.

GALINDO, J. La política como sistema: reflexiones em torno de la sociologia política de Niklas Luhmann.

Sinopse do Sistema Logístico-Portuário brasileiro e Conjecturas sobre uma Modelagem Histórico-geográfica do caso nacional

O sistema de transporte, hoje, incluindo o setor portuário, constitui importante — se não preponderante — parte do orçamento das empresas e governos (BOWERSOX, CLOSS, STANK, 1999; WANKE, FLEURY, FIGUEIREDO, 2000; WANKE, FLEURY, 2006). Ao mesmo tempo que organiza-se, indissociavelmente, dentro do contexto de suas cadeias de produção, não podem deixar de obedecer a fatores de uso determinados em busca de satisfação total de clientes-consumidores (BOWERSOX, CLOSS, COOPER, 2002; WATERS, 2003; STOPFORD, 2003; GHIANI, LAPORTE, MUSMANNO, 2004; QUAYLE, 2006; LUN, LAI, CHENG, 2010).

Apresentando modos distintos de executar-se, com variadas qualidades e desvantagens (WATERS, 2006; BOWERSOX, CLOSS, COOPER, 2002), os modais de transporte rodoviário, ferroviário, aquaviário, dutoviário e aeroviário competem e/ou cooperam entre si, nessa missão (STOPFORD, 2003). No caso do transporte marítimo de cargas, sujeito e objeto dessa dinâmica, ainda, diferentes grupos e tipos de carga ensejam diferentes ofertas de serviços e navios (STOPFORD, 2003; LUN, LAI, CHENG, 2010).

Avançando em busca daqueles fatores de uso, inevitavelmente, tais meios e serviços logísticos portuários e de transporte desenvolveram-se e fizeram elaborar técnicas, economias e sistemas de trocas mais eficientes e integrados, ao longo do tempo e do espaço (MULLER, 1999; COYLE, 2000; FIGUEIREDO, 2001; STOPFORD, 2003; WATERS, 2003; ADEMAIS, UGBOMA, 2009; LUN, LAI, CHENG, 2010).

Assim, este artigo levanta porquantos da evolução logística nacional, bem como, analisa e verifica indicadores quantitativos para a atual situação operativa do sistema de transportes, no Brasil.

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Logística e Gestão Marítimo-portuárias